domingo, 2 de março de 2008

O Outro lado.

Vinicius De Moraes / Toquinho
Regra Três
Tantas você fez que ela cansou
Porque você, rapaz
Abusou da regra três
Onde menos vale mais

Da primeira vez ela chorou
Mas resolveu ficar
É que os momentos felizes
Tinham deixado raízes no seu penar
Depois perdeu a esperança
Porque o perdão também cansa de perdoar

Tem sempre o dia em que a casa cai
Pois vai curtir seu deserto, vai.
Mas deixe a lâmpada acesa
Se algum dia a tristeza quiser entrar
E uma bebida por perto
Porque você pode estar certo que vai chorar

domingo, 23 de setembro de 2007

E o que eu não queria aconteceu.

Esta estrofe de um pequeno poema meu foi concretizada, sem intenção e sem toque de premonição:

Com muito ardor lhe dou meu desejo
Entrego a ti meu pensamento
Se é que alguém pode se dar
Com muito amor te lanço a minha dor


quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Mais um lapso de vestibulando...

A reposição de arquivos mentais precisa ser feita de forma conciliatória, para que a mente não sofra pressão do que pouco assombra e muito interessa. Nesta fase, em que se precisa de perseverança, o mínimo produtivo que seja os momentos de estudo ou de lazer é preciso enchê-los dos respectivos habituais sentimentos. Não chegarei a algum lugar se desfocar a minha trajetória e participar apenas da tangenciação dos afazeres - é preciso, para obter êxito, de concentração.
As fontes de todo prazer podem vir de partes religiosas, afetivas, sociais, amorosas... mas é necessário ter o gosto do que é bom na alma. O amor às vezes conduz a certas vertentes que só ele o leva àquele lugar. Recomendo que quando apertem-se de preocupações, amem! Todos podem ser ótimos amantes. Com afinco no que dejesas desvende os campos que são proveitosos. Não pense se algo é timidamente apresentado ou se é um paradoxo que você irá tombar. Sempre tenha uma meta espiritual! Queira o bem de quem quer ajudar. Faça o bem. Porém, não imite Deus ou outra santidade. Viva o que tens pra viver e conduza com esperteza!

terça-feira, 26 de junho de 2007

Na insônia o sonho perpetua

Mil idéias surgem sem alicerces concretos. Tudo vem acompanhado do passado e as mudanças previstas pro futuro. Maneiras de escrita. Nova grafia. A troca de visual. O norteamento de planos pro amanhã. Na madrugada, após o conhecimento absorvido sagazmente ao longo do dia, sobra tempo pra refletir sobre a política, a fome, a ecologia e pensar em nada. Nesse "Delta T" se confirma o ócio criativo; não existe, a meu ver, momento mais propenso à viagem para o interior do corpo. O despertador biológico para certas emoções funcionam corretamente a fio.
O lanche crônico dessas horas dá mais combustível a ocasião. Um sanduíche triplo com hamburguer de carne, maionese e ketchup. Ou, talvez um pão com bife; arroz com feijoada; mexido do que estiver às mãos; ou seja, pratos que não disperdicem tempo ou façam barulho. Aí nasce a idéia do famoso gourmet que me tornarei. E em sequência de minha profissão apreciarei o vinho e o saberei degustar com toda maestreza, que foi adiquirida semanalmente após as aulas de francês na sala de TV de minha casa, junto à minha esposa.
É delirante o ponto que consigo chegar usando a minha imaginação com a maior seriedade. O corte de cabelo do dia seguinte pode mudar o meu semblante totalmente, ou meu físico pode começar a se deliniar em forma às estatuetas musculosas feitas por mestres da arte.
Em todo esse pensamento íntimo pode ser aproveitado ao eu de cada um. É válido pensar numa forma surpresa de ludibriar os problemas da vida e aprimorar os conceitos.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Do erro privado ao do estranho.

A falta de interesse corroi o senso determinista que é necessário ao aperfeiçoamento e a finalização da construção de habilidades. O desleixo com a minha tarefa é irrefutável; o gosto de amargura feito e provado por si mesmo se torna mais angustiante à medida em que incorporo a decadência de meu célebre oportunismo falho. Sei a profunidade que deveria alcançar para cumprir as metas ao meu agrado, mas não coloco o que assusta em segundo plano. Pelo contrário. Aproveito a calmaria inconseqüente para suprir o esforço e não me redimo em hora alguma por essa atitude. Apesar de ter a consciênia afetada, o meu lado vibrante, calórico e concreto não se manifesta.
Tenho infinitos erros em meu currículo. Me sinto mal à cada um deles, ainda mais quando o meu direito termina e resta o tom plausivo de minha atitude delimitada por um terceiro. Contudo, acredito que o certo seja se enquadrar à verdade universal. Errei, ouvi, falei, logo me calei, voltei a ouvir, não me satisfiz, pensei, analisei, e concluí que estava realmente incorreto. Mesmo que eu relembre o passado, "vendo" tudo que foi herdado: de bom e ruim, e deis o parecer a meu favor, vale se conformar com a justiça para que a incompatibilidade alheia não atrapalhe o consistente valor moral do mesmo.
Quero me desconcertar por mim.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

E os estudos recomeçaram...

Com a volta as aulas vêm diversas emoções que há tempos estavam esquecidas; vem as correrias, a falta de tempo, o prazer do estudo e , às vezes, o desgosto da noite mal dormida. Mas como dá para se tirar proveito de muitas situações na vida, porque não aproveitar essa fase que estou vivendo?!
Tenho lido, relido, me interessado. Procuro sempre adiantar as coisas para não ter que correr atrás, como dizem alguns: "ganha quem corre na frente". Esse dito popular tem um lado correto, mas outro degenerativo, que causa o hábito maldoso da pressa. Eu percebo isso a esse momento, em que me deparo de fronte ao computador batendo rapidamente meus dedos para que consiga escrever de forma tão rápido quanto a meu raciocínio momentâneo.
Está sendo tudo muito divertido também, estou sendo mais intenso nas coisas, pois não quero perder tempo neste pequeno dia de apenas 24 horas. Preciso correr, no sentido 'físico' da coisa. Estou precisando me exercitar, daqui a pouco vou estar no ponto... no ponto de explodir!
Bom, aqui fica mais um testemunho meu. Nesse eu contei que a pressa está quase tomando a minha cabeça, tomara que não consiga. Que a lentidão não fique, mas que a pressa não atrapalhe a minha peculiaridade de fazer tudo que posso ao máximo possível.
Beijos e abraços. Uma boa semana a todos.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Apresentação e proposta

Eu sou o Bruno.
Dizer isso já é uma forma de descrição para alguns conhecidos meus que entendem e sabem quem e como sou. Com esse argumento não me exporia a fato de contar meus segredos e minha metamórfica personalidade para uma grande comunidade.
Até que o que escrevi até agora me contradiz um pouco, pois mostrei que tenho um lado discreto, e sou discreto mesmo. Mas essa virtude não me classifica nem bom ou ruim. O meu apego em bobeiras é tão grande que até aqui, usufruindo do meu pequeno léxico para expor besteiras estou.
Sou um cara, bobo, que acredita em certas coisas bobas. Que por hora, faz coisas bobas. Mas pratica muito, também, só pra ter mais contradição, eu acho, atividades interessantes. Eu namoro, e não vivo sem minha namorada, há quase um ano que nossa história começou e a vida tornou-se mais brilhante por causa dela. Eu sempre agradeço a meu Deus por estar ao lado dela.
Sou um leigo no mundo. Mas, pra contrariar meu presente estado, pretendo aprender e tornar-me útil para o mundo. Quero ser o máximo que posso a cada dia, me esforçando e me superando; fora da prática é fácil criar e superar obstáculos, mas pretendo, com uma vontade que me cresce a cada dia, ter um dia o poder de saber o que fazer para superar esses obstáculos que ainda me serão postos.
Sou, também, adorador da música, ela me alivia, é como uma comparsa, me inspira. Exímio admirador das obras de nossos celébres poetas brasileiros, não só os da música. Mas aqueles que expõe em prosa, verso, liras, sonetos, poemas o retrato de alguma parte da civilização brasileira, a quem devo amor e muitas honras. A taça do mundo é nossa!!!
Sou admirador. Admirado. A caça e o caçador. Sou porque sou e existo porque sou. Meu ser é tão meu que sinto que sou o que sou. Meu ser é meu, e pra contradizer, é também de alguns. Alguns que interferem no meu eu de forma admirável e me permitem os amar. De amor sou, de amor serei. É tanto amor que eu sou que em minha soul bate a vontade de amar, amar e amar.
Essa é minha pequena descrição, um pouco contraditória do meu modo contrariado de ser.
Para todo positivo, existe um negativo, e, os dois, convivem. E para meu ser discreto, existe o meu eu que leva-me a exibir-me para a comunidade virtual. Pretendo, em breve, contar, relatar e criar histórias para quem for interessado em lê-las.
Eu amo minha família. Minha namorada. E, meus amigos.
Abraços!